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Abrir o diário

Esse é o seu diário de mercado

Você anota quanto pagou. Mas seis meses depois, o que você queria mesmo era lembrar por que comprou — e essa parte ficou num print perdido no WhatsApp, num PDF na pasta de downloads e numa nota que você não acha mais.

O Sr. Mercado junta tudo isso numa linha do tempo por ativo. Roda no seu navegador, sem cadastro e sem enviar nada para servidor nenhum.

Abrir o diário Gratuito. Sem conta. Sem instalação obrigatória.

Por que registrar

Depois que o preço se move, a memória reescreve a história: parece que você sempre soube o que ia acontecer.

Isso tem nome — viés retrospectivo — e é o que impede de aprender com as próprias decisões. O antídoto é chato e simples: escrever antes. Uma tese datada não se deixa reescrever; seis meses depois ela mostra o que você realmente pensava, não o que você acha hoje que pensava.

O que entra na linha do tempo

Parte você escreve. Parte o próprio diário anota quando você mexe no ativo — e cada origem tem sua cor, sempre com etiqueta em texto ao lado.

Como funciona, na prática

Três passos, e o terceiro é o que justifica os outros dois.

  1. Cadastre um ativo

    Ticker, nome, quantidade e preço médio. Escolha a classe — ação, FII, Fiagro, FI-Infra, BDR, ADR, stock, ETF ou moeda — e ela define o símbolo que identifica o ativo na lista.

    Há também um campo para escrever o que aquele ativo é para você. É opcional, e é o que você vai querer ter escrito daqui a um ano.

  2. Registre quando acontecer

    Abra o ativo e escreva. Cole o print do gráfico que motivou a decisão, anexe o relatório, ajuste a data se estiver registrando algo de ontem.

    Do painel dá para abrir o gráfico no TradingView em outra aba — o diário não embute nem consulta cotação, só te leva até lá.

  3. Releia antes de decidir de novo

    É aqui que o diário paga o esforço. Antes de aumentar ou zerar uma posição, a linha do tempo mostra o que você pensava quando entrou — e o que mudou desde então.

    Os outros dois passos existem para que este seja possível.

Seus dados são seus

Tudo fica no armazenamento do seu navegador, nesta máquina. Não existe conta, não existe servidor guardando cópia, e não há nada para vazar de um banco de dados que não existe.

A contrapartida é que a responsabilidade é sua. Por isso o diário exporta tudo — notas, anexos originais e histórico — num único arquivo .srmercado, que você guarda onde quiser e importa em outro dispositivo.

Trazer de volta

Importar substituindo apaga o que está aqui e coloca o conteúdo do arquivo no lugar. É o modo de trocar de computador ou voltar a um estado anterior.

Usar em dois aparelhos

Importar juntando não apaga nada: entra o que falta e o que já existe não duplica. Um ativo cadastrado dos dois lados vira um só, com as duas linhas do tempo reunidas — dá para registrar no computador durante o pregão e no celular fora dele.

Vale saber: limpar os dados do navegador apaga o diário, e não há recuperação. O backup é o que existe entre você e essa perda — vale fazer de vez em quando.

Privacidade por construção

Não é promessa de política de uso: é o jeito como o aplicativo foi montado. Ele declara ao navegador que não pode falar com nenhum outro endereço na internet, e o próprio navegador passa a bloquear qualquer tentativa — inclusive uma que entrasse sem querer por uma biblioteca de terceiro.

Existe uma única coisa que o aplicativo pode buscar, e ela nasce desligada: a tabela de preços de fechamento da B3, que você liga em Ajustes se quiser. Mesmo ligada, ela não conta nada sobre você — o aplicativo baixa a tabela do mercado inteiro e escolhe aqui dentro o que interessa, então não há como saber quais ativos você tem. Seus ativos, quantidades e anotações continuam sem sair do aparelho.

Comece com um ativo

Não precisa cadastrar a carteira inteira hoje. Um ativo e uma anotação já valem mais do que a memória vai valer daqui a seis meses.

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